Dominó

A gente vive em um estado de “potência”. Cada um é como se fosse uma célula totipotente, tem a potência de transformar-se em qualquer coisa, fazer e construir qualquer coisa ou ideia. É como se nesse estado, todos participassem de uma poça de gasolina: à espreita de uma faísca para entrar em combustão. À espera de uma faísca que, segundo muitos, vem por agentes externos à poça. Esse é o nosso prob

lema, “só faço se o outro fizer” ou “ele não me dá ‘bom dia’, porque deveria cumprimentá-lo?!”, espera-se a faísca externa para funcionar essa reação em cadeia, o efeito dominó. Mas é preciso a existência de um começo.
Quem,então, está disposto em começar essa reação em cadeia, sem esperar em um primeiro momento nada em troca? É um sacrifício, ou apenas o ato de saber, ter consciência de que a potência de todos não é nada sem o vir a ser de um?
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